22 julho 2026

O Ocaso e o Acaso

O Ocaso e o Acaso

Quando alguém morre, perguntamos: por quê? Por que ele? Por que ela? Sobretudo quando era uma pessoa boa.

Talvez façamos essa pergunta porque, desde tempos imemoriais, tendemos a personificar a morte, como se existisse uma vontade invisível escolhendo quem parte e quem permanece, como se houvesse uma consciência distribuindo destinos.

Mas nada nos obriga a pensar assim.