O Ocaso e o Acaso
Quando alguém morre, perguntamos: por quê? Por que ele? Por que ela? Sobretudo quando era uma pessoa boa.
Talvez façamos essa pergunta porque, desde tempos imemoriais, tendemos a personificar a morte, como se existisse uma vontade invisível escolhendo quem parte e quem permanece, como se houvesse uma consciência distribuindo destinos.
Mas nada nos obriga a pensar assim.
